Diário de Montreal: Mozart, neve, poesia

April, April, der weiß nicht was er will. 
Mal Regen und mal Sonnenschein,
Dann schneit’s auch wieder zwischendrein.
April, April, der weiß nicht was er will

Nun seht, nun seht, wie es wieder stürmt und weht.
Und jetzt, oh weh, oh weh,
Da fällt auch dicker Schnee.
April, April, der weiß nicht was er will.”*

Abril chegou em Montreal. Com ele veio a primavera encharcada de chuva e, por vezes, plena de sol. Entre estes – como dizem os versos infantis alemães – há neve.

Há algo de profundamente poético na neve que cai. Começa com uns flocos finos, quase uma chuva branca, que o vento carrega e deposita, com mãozinhas invisíveis, na ponta dos galhos das árvores.… leia mais